domingo, 26 de abril de 2009

Representação tridimensional - Atividade 3 - A - História da arte - Pinturas em perspectiva. Renascimento







A arte Renascentista
As obras acima analisadas pertencem ao período da pintura Clássica Renascimento, pois configurou com a representação de grandes nomes da pintura, arquitetura, escultura mundial, onde foi trabalhado muita noção de perspectiva, e a partir da introdução dela, as obras tiveram um novo olhar.
O Renascimento promoveu o resgaste à cultura clássica, grego-romana, as construções foram influênciadas por características antigas, adaptadas à nova realidade moderna, ou seja, a construção de igrejas cristãs adotando-se os padrões clássicos e a construção de palácios e mosteiros seguindo as mesmas bases.
Arquitetura
Os arquitetos renascentistas perceberam que a origema da construçãoa clássica estava na geometria euclidiana, que usava como base de suas obrasa o quadrado, aplicando-se a perspectiva, com o intuito de se obter uma construção harmônica. Apesar de racional e antropocêntrica, a arte renascentista continuou cristã, porém as novas igrejas adotaram um novo estilo, caracterizando pela funcionalidade e portanto pela racionalidade, representada pelo plano centralizado, ou a cruz grega. Os palácios também foram construídos de forma plana tendo como base o quadrado, um corpo sólido e normalmente com um pátio central, quadrangular, que tem a função de fazer chegar a luz às janelas internas.
Escultura
Pode-se dizer que a escultura é a forma de expressão artística que melhor representa o renascimento, no sentdio humanista. Utiizando-se da perspectiva e da proporção geométrica, destacam-se as figuras humanas, que até então estavam relegadas a segundo plano, acopladas às paredes ou capitéis. No renascimento a escultura ganha independência e a obra, colocada acima de uma base, pode ser apreciada de todos os ângulos. Dois elementos se destacam: a expressão corporal que garante o equilíbrio, revelando uma figura humana de músculos levemente torneados e de proporções perfeitas; e as expressões das figuras, refletindo seus sentimentos. Mesmo contrário a moral cristã da época, o nu volta a ser utilizado refletindo o naturalismo. Encontramos várias obras retratando elementos mitológicos, como o Baco, de Michelangelo, assim como o busto ou as tumbas de mecenas, reis e papas.
Pintura
Duas grandes novidades marcam a pintura renascentista: a utilização da perspectiva, através da qual os artistas conseguem reproduzir em suas obras, espaços reais sobre uma superfície plana, dando a noção de profundidade e de volume, ajudados pelo jogo de cores que permitem destacar na obra os elementos mais importantes e obscurecer os elementos secundários, a variação de cores frias e quentes e o manejo da luz permitem criar distâncias e volumes que parecem ser copiados da realidade; e a utilização da tinta à óleo, que possibilitará a pintura sobre tela com uma qualidade maior, dando ênfase à realidade e maior durabilidade às obras. Em um período de ascensão da burguesia e de valorização do homem no sentido individualista, surgem os retratos ou mesmo cenas de família, fato que não elemina a produção de caráter religioso, particulamente na Itália. Nos Países Baixos destacou-se a reprodução do natural de rostos, paisagens, fauna e flora, com um cuidado e uma exatidão assombrosos, o que acabou resultando naquilo a que se deu o nome de Janela para a Realidade.



Aula 17 - Representação Tridimensional - atividade 2

A perspectiva, juntamente com a tinta a óleo, é a grande novidade do Renascimento. Com a perspectiva, os artista conferem mais realidade as suas pinturas e desenhos. Anteriormente, as figuras eram estilizadas e esquemáticas. Faltava movimento; a cenaa parecia estática. A perspectiva lança um novo olhar sobre a realidade, Volume e profundidade são agregados como novos elementos à arte. O trato dispensado para com as cores e com a luz contribuem ao desenvolvimento desses novos elementos artísticos. A tinta a óleo, devido a sua demora em secar, privilegia os retoques até que se alcanse o efeito desejado.
O recurso da perspectiva existe em sua tridimensionalidade - largura, comprimento e profundidade. Sua descoberta revolucionou a maneira de pintar e enxergar um quadro. Diferente do Barroco, quando a luz é que direcionava o olhar do observador, no Renascimento, a linha perspectiva é que vai conduzir a observaçãoa. Essa perspectiva tem um embasamento em ciências exatas como a matemática e a geometria. É a perspectiva uma forma de pensar o espaço e reogarnizar o pensamento. Ao orientar o espaço segundo os traços da perspectiva, o artista apontava uma nova forma de pensar a realidade. Prova disso é a dificuldade do artista medieval em retratar cenas de interior. Geralmente, a cena era concebida à frente do espaçoa arquitetônico - nunca interno a ele. Os personagens pareciam colados à parede (fundo). Não esqueçamos que o pensamento medieval era "teocêntrico radical"a, baseado numa concepção de um Deus castigador. Já a perspectiva renascentista observava o pensamento humanista, que concebia o homem como medida da vida. Assim, o questionamento leva o homem por novos caminhos, ao mesmo tempo que o empurra para o abismo. Foi justamente esse pensamento humanista que direcionou o homem em suas novas descobertas.
A instituição da perspectiva como recurso gráfico de representação artística pode ser entendida como uma metáfora do infinito. As linhas que orientam a visão rumo ao fundo da imagem dão profundidade aos sonhos humanos. Pena que com isso o homem, envaidecido, mergulhou fundo em seus devaneios. A perspectiva humanista ofuscou a perspectiva de um futuro que valesse a pena.

domingo, 12 de abril de 2009

Aula 15 - Luz e sombra - Atividade 3 - C Momentos Históricos

Renascimento











O termo Renascimento é comumente aplicado à civilização européia que se desenvolveu entre 1300 a 1650. Além de reviver a antiga cultura grego-romana, ocorreram nesse período muitos progressos e incontáveis realizações no campo das artes, da literatura e das ciências, que superaram a herança clássica. O ideal do humanismo foi sem dúvida o móvel desse progresso e tornou-se o próprio espírito do Renascimento. Trata-se de uma volta deliberada, que propunha a ressurreição e modelo de civilização. Num sentido amplo, esse ideal pode ser entendido como a valorização do homem (Humanismo) e da natureza, em oposição ao divino e ao sobrenatural, conceitos que haviam impregnado a cultura da Idade Média.
Pintura
Perspectiva - arte de figura, no desenho ou pintura, as diversas distâncias e proporções que têm entre si os objetos vistos à distância, segundo princípios da matemática e da geometria.
Uso do claro-escuro - pintar algumas áreas iluminadas e outra na sombra, esse jogo de contrastes reforça a sugestão de volume dos corpos.
Realismo - o artista do Renascimento não vê mais o homem como simples observador do mundo que expressa a grandeza de Deus, mas como a expressão mais grandioso do próprio Deus. E o mundo é pensado como uma realidade a ser compreendida cientificamente, e não apenas adimirada.




Barroco














A escola Barroca começa a incluir a sombra e luz iniciando um novo conceito na representação pictórica: a textura da imagem. Até então as cenas eram representativas respeitando-se a simetria, triangulação e perspectiva. Agora a textura passava a enriquecer as representações dando-lhes a impressão da tridimensionalidade. Aspecto esse que transferimos para a televisão.


Caravaggio - Nascido na Itália - foi uma das personalidades mais fascinantes da história por ter encarnado o ideal do artista em conflito com as convenções sociais. O uso da luz e sombra, definido como o uso do dramático do claro-escuro proporcionaram um novo vocabulário histórico.

Esta nova técnica permite a ilusão de maior dramaticidade da cena, uma vez que a representatividade ganhava expressão própria. A luz passou a ser elemento gerador de sensações que Caravaggio pintava geralmente com iluminação de lamparinas ou muitas velas, dando-lhe elementos comparativos dos resultados iluminados com forte fonte de luz.

Rembrandt - artista holandês - também da escola barroca, fez sucesso como retratista. Podemos observar em sua obra a predominância do uso da luz e sombra como destaque e contrastes, mantendo a técnica já absorvida no conhecimento do "ponto de ouro" grego. A iluminação em pintura de pessoas proporcionava o destaque da textura da pele com suas saliências e depressões. Os contornos dos rostos mais marcados só foram possíveis graças ao controle da luz de Rembrandt em suas obras.


Goya - espanhol - utiliza-se da sombra e luz já como alusão ao horror. Sua obra "Os fuzilamentos do Três de Maio de 1808" é iluminada por um lampião como sendo a única fonte de luz, mostrando na penumbra o horror dos soldados apontando suas armas e na figura central um espanhol com braços abertos como que, num gesto semelhante a Jesus Cristo está sendo injustiçado. Este elemento está em destaque pelo facho de luz mais forte do lampião que o ainge. Os demais elementos, em expressões de desespero e horror ficam quase na penumbra.
Desde esta época cenas de horror, suspense, mistérios já vem de alguma forma sendo representadas como escuras, tendo um ponto de luz como fonte de iluminação para gerar este tipo de emoção. A televisão denomina este tipo de iluminação como "luz recortada": um só ponto de luz gerando sombras marcadas no lado oposto ao iluminado. O uso de pouca cor nas obras de Goya também geram estes tipos de emoção.
Impressionismo








O Impressionismo foi um movimento artístico que revolucionou profundamente a pintura e deu início às grandes tendências da arte do século XX. Havia algumas considerações gerais, muito mais práticas do que teóricas, que os artistas seguiam em seus procedimentos técnicos para obter os resultados que caracterizam a pintura impressionista.

Principais características da pintura:

A pintura deve registrar as tonalidades que objetos adquirem ao refletir a luz solar num determinado momento, pois as cores da natureza se modificam constantemente, dependendo da incidência da luz do sol.

As figuras não devem ter contornos nítidos, pois a linha é uma abstração do ser humano para representar imagens.

As sombras devem ser luminosas e coloridas, tal como é a impressão visual que nos causam, e não escuras ou pretas, como os pintores costumavam representá-las no passado.

Os contrastes de luz e sombra devem ser obtidos pela mistura das tintas na paleta do pintor. Pelo contrário, devem dissociados nos quadros em pequenas pinceladas. É observador que, ao admirar a pintura combina as várias cores, obtendo o resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para se óptica.



Cubismo




O movimento cubista começou em 1907 e terminou em 1914, apesar de ter persistido ainda quando os artistas envolvidos abandonaram-no.


Geometrização das Figuras


A geometrização das figuras resulta numa arte intuitiva e abstrata derivada da experiência visual. Basea-se essencialmente na luz e na sombra.Rompe com o conceito de arte como limitação da natureza ( a que vinha desde a renascença), bem como com as noções da pintura tradicional como a perspectiva.









Aula 15 - Luz e sombra - Texto - observação

A observação dessa atividade faz parte de uma análise com a luz e a sombra refletida num ambiente fechado com a luminosidade aceza ou apagada.
Quando observamos com a luz apagada, percebemos a sombra refletida dos objetos com pouca nitidez, quase sem reflexo. Mas ao acendermos a luz, podemos notar uma certa mudança na reflexão das sombras dos objetos que estavam no ambiente analisado. Os objetos ganham maior evidência e suas sombras refletidas pela claridade também ganham mais vida e mais nítida.

Aula 15 - Luz e sombra - Texto - Observação

Em vários momentos que observei objetos com os momentos de luzes diferentes, pois durante o dia, onde a claridade do sol adentra pela casa através da janela aberta ou até mesmo pela porta, destacanco ainda mais a sombra refletida pela janela ou até mesmo nos móveis. Mostrando mais evidente o seu formato e a sua própria sombra.
À tarde, com o sol já se pondo, tive uma outra percepção da claridade e com a sombra refletida no mesmo ponto de visão observado durante o dia. Sendo que a luz refletida não é tão evidente como o dia de sol bem forte. A sombra da janel fica meio opaca, sem sua força expressiva e nos móveis ocorrem a mesma situação.

Aula 14 - Repetição - Atividade 3 - E - Dispersão ou explosão


Aula 14 - Repetição - Atividade 3 - D- Concentração


Aula 14 - Repetição - Atividade 3 - C - Geométricas e orgânicas


Aula 14 - Repetição - Atividade 3 - Formas Orgânicas


Aula 14 - Repetição - Atividade 3 - A - Formas Geométricas


Aula 13 - Matéria e Forma - Atividade 3 - D - Composição usando as três formas básics juntas


Aula 13 - Matéria e forma - Atividade 3 - C - Composição somente com círculos


Aula 13 - Matéria e Forma - Atividade 3 - B - Composição somente com triângulos


Aula 13 - Matéria e Forma - Atividade 3 - A - Composição somente com quadrados


Formatos - Atividade 4 - B - Formato Irregular


Aula 12 - Formatos - Atividade 4 - A




Todas os desenhos das capas acima, foram um releitura do Livro A Cabana


Aula 12 - Formatos - Atividade 3

Por gostar muito de leitura e livros é que não me falta na minha estante, pois adimiro muito esta arte de ler, e fazer uma viagem na escrita, no mundo do autor.
O curso de Artes Visuais está tornando essa vontade que já existe dentro de mim e tornando muito maior, onde passei a ter um olhar diferente, fazendo uma leitura primeiramente pela forma do livro e uma observação pela sua capa e toda a extenção do livro, para depois efetivarmos a leitura e entrar no mundo imaginário do autor.
A obra escolhida para análise foi o livro "A Cabana" de Willians P. Young, um romance bastante instigante e um dos mais lidos do mundo, estando ele entre os mais vendidos.
O seu formato é convencional, pois apresenta uma forma retangular e de tamanho médio, com uma espessura não muito grossa e folhas de dentro com um papel reciclado. Editado no Brasil pela Editora Sextante figurando na seção de Ficção, a obra narra a história de uma menina que é raptada e assassinada brutalmente. Anos depois, seu pai recebe uma mensagem desconhecida para voltar o local do crime, a cabana onde o corpo foi encontrado.
O pano de fundo da história serve para ilustração do livro, onde temos uma cabana abandonada, com ripas nas janelas, neve em volta de toda a paisagem do livro. E do lado esquerdo uma presença de uma luz que reflete acima da cabana, com uns galhos com folhas de figueira.
Na parte que fica o título do livro e o nome do autor e editora, aparecem duas tábuas, fazendo com que a figura fique ao meio, aparentando uma moldura em volta de toda a paisagem.
Sendo as faixas de madeira de cor escuro e o desenho numa noite de neve. Com bastante cores claras. As letras garrafais aparecem na cor clara (branca) e por uma joaninha na cor vermelha para contrapor o restante do visual do livro, fixada acima do título.

Aula 11 - Textura - atividade 3 - B


Aula 11 - Textura - Atividade 3




Aula 10 - Valores composicionais: os lados do plano
















Aula 9 - Pregnância e agrupamento - Desenhos livres







Atividade 3 - Pregnância e Agrupamento

Podemos perceber a idéia de pregnância e agrupamento da gravura selecionada, pois nela percebemos a boa colocação da imagem, agrupada em três momentos e finalizando com a gravura em si, mas todas as partes dando continuidade dela.


segunda-feira, 30 de março de 2009

Aula 8 - Orientações espaciais - Nivelamento


A obra de arte apresentada por mim, encontrada na revista Tela, que são vendidas em bancas de revista, demonstrando bem a idéia de Nivelamento, pois temos um lindo jarro de flores ao fundo, mas tendo o seu devido valor na gravura. A harmonia perfeita na posição dos objetos - o porta-jóias com colar de pérolas, a flor caída na mesa e seguindo o jarro de flores com rosas amarelas, rosas e umas mais escuras. Tudo apresentando uma maravilhosa harmonia com o fundo e os objetos pintados.

Aula 8 - Orientações espaciais - Aguçamento


A imagem que encontramos para ilustrar a minha atividade apresenta uma figura bem interessante, pois a tela pintada um jarro de flores numa técnica muito interessante o espatulado, que necessita de muita habilidade por quem pinta. Pois como daremos forma e modo de visão por parte de quem adimira e irá perceber o objetivo da pintura. Num contexto global da pintura, onde o fundo se funde com a pintura central. As flores ganham vida com sua forma pouco definida, mas num trabalho perfeito da sincronia das cores. As folhas fazem o fundo das flores, dando a elas um maior destaque, pois o verde das folhas sem a definição dá a pintura um olhar especial para o desenvolvimento da gravura. O jarro faz o fechamento geral da pintura, onde o mesmo tom das folhas nos aguça a idéia de que ele é uma continuidade das folhas, fundo e o envolvimento perfeito da imagem. Nos remetendo para um lindo jarro de rosas enfeitando uma linda sala.